
Aqui fica o primeiro livro que li do Luis Sepulveda, a partir daí nunca mais parei de ler livros dele, é um vício.
"Bastam vinte linhas para que o leitor fique preso à magia desta falsa candura, desta ilusória ligeireza, sem poder deter-se, até ao fim do romance, que parece chegar demasiado depressa, tal o prazer que a sua leitura dá." — Le Monde
"Uma prosa rápida, quase cinematográfica, com capítulos curtos e parágrafos muito breves, que levam o leitor a só largar o livro depois de ter acabado de o ler." — El País"
Um romance simplesmente ‘espantoso’, repleto de imagens luxuriantes." — L'Événement du Jeudi"Um romance de amor pela floresta, a aventura, a poesia, que vos fará esquecer a barbárie das cidades..." — Les Échos
15 comentários:
aí esta um autor que conheço de nome e por algum motivo adio sempre pegar nas coisas dele...a ver se um dia destes isso se resolve! :-)
Primeiro posso dizer que acho graça ao pormenor "Book Club" aqui do "Jazz"Manel.
E gosto desse autor. Como gosto do ar dele, assim... completamente sul americano.
Ele chegou a estar preso, penso que enquanto estudante e graças ao odioso Pinochet...
este foi também o meu primeiro da incursão Luís Sepulveda, é simples e bonito! Até vou voltar a pegar nele...
Este livro é (como dizem os espanhois) "PRECIOSO"
Grande livro esse, jazzManel. Tenho todos os livros dele e é cada um melhor que o outro. O curioso é que esta semana escolheste o mesmo autor que eu
Abraço
bem não escolhi esta semana este escritor por um triz!!!!adoro..... já li todos os livros!!! o meu primeiro foi "mundo do fim do mundo"!!!e tenho um autógrafo dele e gosot muito da escrita e dos livros dele!!!! boa escolhaaaaaa
Excelente escolha, Jazz Manel!
Recomendo As Rosas de Atacama. :)
Tenho outros livros do Sepúlveda, mas este, o primeiro que li, foi-me emprestado por um amigo e depois devolvi-o. Devia tê-lo guardado - o livro. O amigo guardei, tanto quanto é possível guardar as pessoas.
Gostei sobretudo das referências a uma tribo com uma interessante forma de encarar a morte - ou a vida, que é quase o mesmo.
boas noites.
ó jazz manel, ja não achas que tá na altura de enterrar os mortos? é que aquele link pró maçã (3) já começa a cheirar a anacronismo... ;)
Um abraço!
Também gosto muito. Uma vez assisti a uma entrevista que ele deu à Ana Sousa Dias na 2, em que contava que escrevia sobre uma tábua de fazer pão (ainda cheia de farinha), oferecida por um amigo seu, um velho padeiro que lá amassara pão durante 50 anos. Achei a história comovente.
Então não se trabalha?????
Este Blog está muito parado. Há cemitérios com mais movimento.
Abraco
muito fixe! nice choice!
olha:
sono
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