Localizada na Extremadura Espanhola, é uma das cidades mais importantes da ocupação romana, Emerita Augusta capital da antiga Lusitânia. Aqui sente-se a imponência da cultura romana: além de poderem ver um anfiteatro, o teatro, circo, pontes e aquedutos, ainda têm um museu romano que vale mesmo a pena visitar. Tudo com cerca de dois mil anos... imperdível!!!
Excelentíssimo Senhor Primeiro-Ministro, Engenheiro José Sócrates
Senhor Primeiro-Ministro,
Nós, abaixo assinados:
- Fotógrafos profissionais de Portugal; - Profissionais, artistas, autores e representantes de todas as áreas, cidadãos deste país que contribuem diariamente para a divulgação e promoção da imagem de Portugal;
Vimos por meio deste abaixo-assinado solicitar a V. Ex.ª como Primeiro-Ministro se digne diligenciar no sentido de salvaguardar os interesses dos profissionais portugueses.
Os fotógrafos profissionais portugueses, sobretudo os ligados à área da publicidade, que sofrem com as dificuldades de um mercado de trabalho cada vez mais reduzido pela globalização das campanhas, o alinhamento internacional das agências de publicidade, a fraca divulgação de produtos nacionais e a sistemática redução de verbas para a produção e realização, encontram-se em situação de graves dificuldades financeiras, que levou já ao encerramento de diversos estúdios.
Perante este cenário nacional, e numa altura em que é pedida contenção aos portugueses, vai mais uma vez o Ministério da Economia e da Inovação, o Turismo de Portugal, e a Agência para o Investimento e Comércio Externo de Portugal, realizar a Campanha Portugal - Europe's West Coast contratando, através da agência de publicidade BBDO, o fotógrafo Steven Klein, para realizar seis fotografias pela quantia de; um milhão de euros.
Esta verba, sendo adjudicada a profissionais portugueses, mesmo que o referido trabalho fosse realizado por diversos Fotógrafos nacionais, criaria uma visão mais abrangente de Portugal por quem nasceu, conhece, trabalha e reside neste país, e ajudaria a resolver a situação financeira dos mesmos, levando também a uma divulgação dos profissionais da fotografia portugueses no mercado internacional. Não é a qualidade dos nossos fotógrafos que está em causa, mas sim considerandos de imagem e o tradicional complexo que dá primazia ao que é importado.
É lamentável que uma campanha promocional que tem como objectivo atrair investimento e capitais estrangeiros ao nosso país, comece exactamente por fazer o contrário: exportar um Milhão de euros.
É obrigação do Estado Português, proteger e defender os interesses dos seus cidadãos.
Sr. Primeiro-Ministro; nós, abaixo assinados, reiteramos a Vossa Excelência o pedido de uma urgente intervenção em favor desta causa:
-Salvaguardar, apoiar e promover o trabalho dos profissionais de fotografia portugueses, de forma a proteger a própria imagem do nosso País.
Desde já somos reconhecidos e gratos por essa sua acção de alcance social e interesse nacional.
David Santos dá forma a Noiserv quando em 2005 grava uma demo de 3 músicas para participar no Termómetro Unplugged desse ano. A sua música foi escolhida e David participou na eliminatória do Porto, no Contagiarte, e apesar de não ter sido seleccionado para a final acabou por servir de entusiasmo para prosseguir o caminho. Mais tarde em Julho do mesmo ano acaba por editar essa mesmo demo em formato EP On Line na Merzbau. Desde então tem corrido meio país, tocado para diferentes plateias em diferentes circunstâncias sempre aperfeiçoando o seu processo e métodos criativos. Aos poucos surgem novos temas e novas ideias que foram sendo aperfeiçoadas ao cabo de 2 anos até que em 2007 começa a trabalhar em "One Hundred Miles From Thoughtlessness" que irá lançar em Novembro de 2008, em edição de autor com apoio da Merzbau.
Este vídeo foi filmado em 10 de Junho no Windmill in Brixton, perante uma audiência de 100 pessoas, entretanto os Stereolab editaram um novo álbum, intitulado Chemical Chords.
No domingo 5 de Outubro ainda deu para tomar uns banhinhos, nomeadamente ao fim do dia, com a temperatura da água bem melhor do que em alguns dias neste verão e ainda por cima com a praia deserta!!!
Cambra é uma freguesia portuguesa do concelho de Vouzela, com 25,39 km² de área e 1 366 habitantes (2001). Densidade: 53,8 hab/km².
Cambra, assim chamada por ter nascido e crescido ao longo do rio Cambar, hoje rio Alfusqueiro, é uma das maiores freguesias do concelho de Vouzela, distribuída pelos seguintes lugares: Cambra (Igreja), Cambra de Baixo, Levides, Mogueirães, Pés-de-Pontes, Paredes Velhas, Caveirós de Baixo, Caveirós de Cima, Confulcos, Tourelhe, Corujeira, Santa Comba e Chã.
Situada na encosta noroeste da Serra do Caramulo, também conhecida por “Cambra da Serra”, para que não haja confusões com a zona de Vale de Cambra, tem por padroeiro São Julião e foi entregue no concelho a que pertence por decreto datado de 2 de Novembro de 1876.
Consta que esta freguesia foi uma honra antiga, com origem em tempos anteriores à própria nacionalidade e sabe-se que, no ano de 1002, num documento, há referência a rivulo cambar.
A Torre de Cambra localiza-se na povoação de Cambra de Baixo, freguesia de Cambra, concelho de Vouzela, distrito de Viseu, em Portugal.
Erguida em uma pequena elevação na encosta noroeste da serra do Caramulo, vizinha à confluência dos rios Alfusqueiro e Couto, é uma das torres medievais existentes no concelho.
Acredita-se que esta torre medieval tenha sido erguida no final do século XIII ou no início do século XIV. Terá sido habitada até ao final do século XVI ou início do século XVII.
Na primeira metade do século XVII, foi seu senhor Diogo Gomes de Lemos, comendador da Ordem de Cristo, falecido em 1651, no Porto.
Em algum momento de sua história sofreu um incêndio.
De acordo com as Memórias Paroquiais do século XVIII, não se sabia ao certo quem a mandara edificar, embora se lhe ligasse o nome da família Lemos, da Casa da Trofa.
Ray LaMontagne Fez parte da banda sonora destas férias, este tema foi ouvido muitas e muitas vezes, faz parte do CD "Till the sun turns black", comprado em saldo por 6,50 euros na FNAC!!!
Raycharles LaMontagne nasceu em Nashua, New Hampshire, em 1974. Atualmente, mora em Wilton, Maine. Seus pais se separaram logo após seu nascimento, porque sua mãe, que viajava constantemente, resolveu se mudar para o Norte do país. Ray ficou anos sem ter contato com o pai, que também é músico.
Por causa das constantes mudanças, Ray tinha muita dificuldade fazer amizade com outras crianças. Os anos se passaram e Ray não superou as dificuldades. Brigava com outros alunos, tirava notas baixas e por pouco não se formou no segundo grau.
Após a formatura, LaMontagne se mudou com a família para Lewiston, Maine. Lá, ele conseguiu um emprego numa fábrica de sapatos, trabalhando cerca de 65 horas por semana. Após ouvir o disco “Still Alone” de Stephen Stills, Ray quis sair da fábrica para iniciar a carreira de cantor e compositor.
No Verão de 1999, ele fez uma demo com dez músicas e entregou nas mãos de Jamie Ceretta da Chrysalis Music Publishing. O jovem compositor conheceu o produtor Ethan Johns, que o ajudou no seu primeiro álbum“Trouble”, sendo distribuído pela RCA Records em 2004.
Ray LaMontagne impressionou os críticos com músicas do “Trouble”, servindo para o mercado cinematográfico com músicas como “Narrow Escape”, “Shelter”, “Hold You In My Arms” e a música-tema do disco, “Trouble”.
in http://www.lastfm.pt
Be Here Now
Don't let your mind get weary and confused Your will be still, don't try Don't let your heart get heavy child Inside you there's a strength that lies
Don't let your soul get lonely child It's only time, it will go by Don't look for love in faces, places It's in you, that's where you'll find kindness
Be here now, here now Be here now, here now
Don't lose your faith in me And I will try not to lose faith in you Don't put your trust in walls 'Cause walls will only crush you when they fall
Um certo dia, um músico amador, economista e antigo governante da Venezuela, de seu nome António Abreu, lembrou-se que era possível transformar a Arte em instrumento de desenvolvimento social e de construção de melhores cidadãos. E para tal inventou um Programa de Ensino da Música, em parte financiado por privados e que fosse extensivo às camadas mais carenciadas da população.
Centenas de milhares de crianças foram assim retiradas à marginalidade e à miséria através da música clássica. O objectivo era a prevenção de comportamentos criminosos através de uma prática educativa original. Localmente o programa é chamado El Sistema, Sistema Nacional de Orquestras Sinfónicas Infantis e Juvenis. Os resultados obtidos com ele permitiram que se constituíssem duzentas orquestras profissionais actualmente, pelo menos uma em cada Estado da Republica Federativa da Venezuela. Notável realização quando se sabe que no início, em 1975, havia duas orquestras sinfónicas no País…
Plácido Domingo, o célebre tenor, chorou quando ouviu o Concerto da Orquestra Juvenil Simon Bolívar da Venezuela. O Director da Orquestra Filarmónica de Berlim disse que esta experiência era actualmente a mais válida em todo o mundo na divulgação da música clássica. As grandes cadeias informativas televisivas como a CBS, a NBC, a BBC e jornais de referência como o Guardian fizeram eco do sucesso maravilhoso deste programa.
Cerca de 23 países da América Latina e do Caraíbe tentam adoptar programas semelhantes. Crescem as pressões para a introdução de versões de El Sistema na Escócia, Alemanha e Estados Unidos da América.
António Abreu recebeu recentemente, por decisão unânime do júri, o prestigiado prémio Glenn Gould de 50.000 dólares. Gustavo Dudamel, maestro da Orquestra Juvenil Simon Bolívar é, aos 27 anos, convidado para titular da Filarmónica de Los Angeles, uma vedeta imparável no sector.
Quando se vê imagens na Internet de um bairro periférico e empobrecido de Caracas, com crianças de poucos anos transportando a caixa do seu violino, e dirigindo-se para o centro escolar onde aprendem música, das 14 horas às 18 horas, de segunda-feira a sábado, só nos podemos sentir felizes. Afinal há futuro para a humanidade.
Para muitos na Europa e nos Estados Unidos, a Venezuela não era mais do que Hugo Chávez, petróleo ou basebol. Mas esta reconfortante iniciativa educativa, que ganhou já este ano o Prémio Príncipe das Astúrias de Arte, existe porque tem um orçamento este ano de 23 milhões de dólares do governo venezuelano. Mas tem sobretudo, tal como diz a acta do júri deste Prémio, “qualidade artística e uma profunda convicção ética aplicada à melhoria da realidade social”. O que leva à disseminação de El Sistema pelas prisões e o projecto de 500.000 crianças e adolescentes abrangidos em 2015.
Charles Lloyd com Zakir Hussain e Eric Harland no Auditório do Museu do Oriente em Lisboa no passado sábado deram um concerto memorável numa sala cheia e rendida ao som que brotava do palco. Os três músicos formam o projecto Samgam, que apresenta elementos da música indiana numa base jazz. Os músicos rodaram por vários instrumentos, tendo os três chegado a cantar num dos temas.
O improvisador norte-americano Charles Lloyd, actualmente com 70 anos, reuniu o trio Sangam em 2004 para homenagear um grande baterista, Billy Higgins, seu companheiro de memoráveis investidas, prematuramente desaparecido, com quem tinha gravado em duo o duplo CD Which way is East. Assim, surgem a seu lado nas tablas Zakir Hussain e o baterista Eric Harland que também toca piano. De salientar que Charles Lloyd toca saxofones tenor (o seu principal instrumento) e alto, tarogato, flautas baixo e alto, piano e percussão.
2 de Agosto 22h00 - Rabih Abou-Khalil e Ricardo Ribeiro (Líbano/ Portugal) 23h30 - Deolinda 3 de Agosto 22h00 - Toumani Diabate & The Symmetric Orchestra (Mali) 9 de Agosto 22h00 - Summer Jazz Orchestra e Rão Kyao 10 de Agosto 22h00 - Sérgio Godinho
"Por todo o lado encontrei magníficos sonhadores, homens e mulheres que porfiadamente acreditam nos seus sonhos. Mantêm-nos, cultivam-nos, multiplicam-nos. Eu, humildamente, à minha maneira, também fiz o mesmo."
"Se um homem não segue o ritmo dos seus companheiros, talvez seja porque ouve um baterista diferente. Deixem-no caminhar na música que ouve, qualquer que seja o compasso ou a distância" Henry David Thoreau